terça-feira, 14 de janeiro de 2014

BARBEIRO DESASTRADO

O sujeito só tinha um braço e senta-se na cadeira daquela velha barbearia. 
- Barba e cabelo! - ordena. 
Assim que começa a barba o barbeiro faz-lhe um corte no rosto, depois outro no queixo, outro no pescoço; ao acertar o bigode espeta-lhe o nariz; em seguida, começam as tesouradas: no crânio, na nuca, nas orelhas. No final, o barbeiro pergunta: 
- Você era meu freguês há muito tempo atrás, não é mesmo?
- Não, senhor! O braço eu perdi num acidente de automóvel! 

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